quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Brasil ultrapassa Reino Unido e se torna 6ª economia do mundo


[O que isso significa? O que é PIB? Existem outros índices pra avaliar os países? Por que a economia do Brasil cresce? Quais as diferenças entre o Brasil e os que estão no topo? Quais as semelhanças?]      
     


O Brasil ultrapassou o Reino Unido e se tornou a 6ª maior economia do mundo, de acordo com dados do Centro de Economia e Pesquisa de Negócios (CEBR, em inglês), consultoria responsável pelos resultados. A crise bancária de 2008 e a consequente recessão foram os pivôs da queda britânica, que pela primeira vez é ultrapassada por um país sul-americano no ranking das maiores economias do planeta, informam nesta segunda-feira os jornais The Guardian e Daily Mail.
      O topo da lista é ocupado pelos Estados Unidos, seguidos por China, Japão, Alemanha e França. O Guardian ressalta que o crescimento esperado de Rússia e Índia para os próximos dez anos podem deixar o Reino Unido ainda mais para baixo na lista das maiores economias. Vale lembrar que o Brasil ocupava a 9ª posição em 2009. Ano passado, ultrapassou Espanha e Itália alcançando a 7ª posição. Agora toma o lugar do Reino Unido na 6ª colocação. O periódico ainda ironiza os franceses que, apesar de ocuparam a 5ª colocação, devem apresentar um ritmo de queda maior que o dos britânicos nos próximos anos. "O Brasil tem batido os europeus no futebol por um longo tempo, mas batê-los na economia é um novo fenômeno", disse o CEO do CEBR, Douglas McWilliams. "Nosso ranking mostra como o mapa da economia está mudando, com países da Ásia e produtores de commodities (produtos básicos com cotação no mercado internacional) escalando o ranking, enquanto nós na Europa caímos para baixo", acrescentou. O Daily Mail lembra que os britânicos ainda têm uma qualidade de vida muito mais elevada, mas destaca o poder e o potencial brasileiro como motivos para a subida no ranking, além da situação política estável, o que atrai os investidores. 
Ministro já estimava o resultado
 
     O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já estimava o crescimento do País. Em entrevista coletiva realizada na última quinta-feira, o ministro afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá entre 3% e 3,5% em 2011 e, com US$ 2,4 trilhões, o Brasil passaria a ter o sexto maior PIB do mundo.
     "Poderemos ultrapassar as grandes economias nos próximos anos, principalmente porque a economia brasileira continuará com um ritmo acelerado. Das seis maiores economias do mundo em 2011, o Brasil só perde para a China", disse Mantega.
     De acordo com especialistas em economia, o Brasil deve ultrapassar a França até 2014 e a Alemanha até 2020, tornando-se a 4ª maior economia do mundo - disputando o posto com Rússia e Índia.

Fonte: Terra

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

No Uruguai, Justiça. No Brasil, no máximo, Verdade.

Mujica no Uruguai. Dilma no Brasil. Dois ex-presos políticos que combateram os regimes autoritários de seus países e que hoje estão no mais alto cargo do Executivo, referendados por voto popular a com expressiva aprovação. Brasil e Uruguai foram sentenciados pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) a corrigir a forma como tratavam seu passado ditatorial recente. Até aqui tudo muito parecido, mas as semelhanças acabam aqui! Lamentavelmente!


Ontem, o Congresso do Uruguai aprovou a lei que elimina a prescrição (tempo máximo para julgar crimes) para atos cometidos durante a ditadura uruguaia (1973-85). Com isso, todos os militares envolvidos em crimes podem ser processados, mesmo que já estejam na reserva. José Pepe Mujica apoiou a proposta e sua esposa, Lúcia Topolansky, como senadora atuou na defesa do projeto. A condenação da CIDH ao Uruguai exigia a eliminação dos obstáculos jurídicos que impedissem o julgamento dos crimes de elsa-humanidade. O governo uruguaio cumpriu a sentença (ah, que inveja!) e aprovou a lei que, em síntese, garante ao Estado o direito de punir os crimes cometidos no regime militar, elimina a prescrição para os processos envolvendo o período e declara tais infrações como crimes contra a humanidade. Um avanço sem tamanho para o Uruguai.

Já, por aqui, na república tupiniquim, ontem também foi aprovado no Senado o projeto que cria a Comissão da Verdade. Para o senador Aloysio Nunes (PSDB/SP), um perseguido político do regime civil-militar e relator do projeto, um dos objetivos da Comissão é averiguar como e onde funcionava a "máquina de matar", bem como investigar a atuação de civis no processo (atuação de médicos, enfermeiras, médicos legistas apoiando os "trabalhos" repressivos.
Ótimo, o projeto foi aprovado. Mas ainda é muito pouco, pois a Comissão é restita demais. Ela é só uma Comissão de Verdade, sem nenhum compromisso mais sério com a MEMÓRIA e a JUSTIÇA. Apurar a verdade é importante mas permitir que a verdade seja defendida e usada como maneira de obter a Justiça não tem nada de revanchismo. Porém, para o relator do projeto, “Não se admite na democracia um tribunal de exceção. Essa função é do Poder Judiciário. As informações ali levantadas podem até ser enviadas para a Justiça para os que sentirem atingidos”. Mas é um direito que tem todos aqueles que foram perseguidos, banidos, exilados, presos, torturados, estuprados, violentados, assassinados, desaparecidos pelo regime. É um direito da família de todos esses cidadãos brasileiros terem a verdade completa, ter o corpo de seus familiares encontrado para poder superar o luto, superar o trauma e continuar vivendo. Isso é NECESSÁRIO! Não é um capricho ou uma benesse de que está no poder, mas um DIREITO!
Resta-nos aguardar os próximos capítulos e ver quem serão os nomeados pela presidenta para coordenar a Comissão e acompanhar os trabalhos, na espera dos resultados e ávidos por usar tudo o que for investigado para trabalharmos com mais propriedade a MEMÓRIA desse período de exceção.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Dilma na balança: faxina, oposição e mídia

A corrupção na política é tão antiga que precisaria de Carbono 14 para datar seu início. Na Roma Antiga já havia discursos zelando pela lisura na administração dos bens públicos e denunciando corruptos. A presidenta Dilma adotou uma postura - louvável, por sinal - contrária à corrupção, o que tem levado a chefe do Executivo a dispensar todos que apresentam qualquer resquício de possibilidade de má administração do dinheiro público. E, assim, Dilma já demitiu os Ministros Antônio Palocci (Casa Civil) e Alfredo Nascimento (Transporte) com sua trupe, e outros integrantes da base aliada como Oscar Jucá da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Além disso, não impediu a saída de Wagner Rossi do Ministério da Agricultura, após escândalo recente. Se tais denúncias são verdadeiras ou não, talvez nunca saibamos - pois a mídia, via de regra, só lança as denúncias mas nunca apresenta a conclusão dos casos - mas representaram um ponto de diferenciação em relação ao governo Lula, muito mais conciliador.

Todos que conheceram Dilma antes das eleições sempre dizem que ela é técnica e não política. Sua vocação não está na negociação, conciliação e tolerância característicos da política, mas no zelo pela administração, na busca de resultados e cobrança de serviço digno. Ao menos, é o que tem parecido. Se olharmos para nossa história recente, outros governos usaram o combate à corrupção como mote de campanha mas, não tiveram muito êxito na prática. Jânio Quadros tinha no seu jingle o famoso "varre, varre vassourinha, vai varrendo a corrupção". Todavia, seu governo foi tão rápido e confuso que nem deu tempo de cumprir a promessa de campanha. Outro que fez campanha contra os marajás da política brasileira e se elegeu foi Fernando Collor. Bom, sobre ele não preciso falar mais nada. Dilma, por sua vez, não usou a "faxina" na sua campanha, mas o tem feito na prática. Ponto pra ela.

A "faxina" da presidenta tem agradado até mesmo a oposição, que tem ficado sem assunto para bater no governo. E até mesmo a oposição tem adotado postura favorável ao governo. Exemplo disso é o ex-presidente do PSDB Fernando Henrique Cardoso que, nos últimos dias, elogiou as atitudes da presidenta e pediu a seu partido que se posicione a seu lado contra a corrupção - Alckmin e Aécio Neves já haviam elogiado seu desempenho em outras datas. Acabou esvaziando qualquer discurso que ainda pudesse ser propagado pelo partido. Na prática, apenas PSDB e DEM não estão com o governo - além de outros partidos com representação menor e os partidos de esquerda mais radical. A coalizão que levou Dilma ao poder é conflitante em sua formação mas tem garantido à presidenta aprovar, com relativa facilidade, seus projetos na Câmara e no Senado. Aqui pesa o fato de Dilma ser mais técnica que política. É difícil agradar a toda a base aliada, um Frankstein que uniu partidos de "esquerda" (PCdoB, PSB, PT), partidos que não lembram mais o que já foram (PMDB), partidos que apoiaram a ditadura e desde lá não sabem bem quem são (PP) e partidos que já nascem sem saber o que são e para quê servem (PSD de Kassab). O PR já pulou fora pois sentiu-se desprestigiado. Agora, como dar prestígio equânime a uma gama de partidos como essa? E, com essa recaída da oposição para o lado da presidenta, quem vai restar para fazer oposição até a eleição de 2014? Mais um ponto para Dilma.
E o quarto poder, a mídia, também largou as armas pesadas que usava contra Lula e tem usado de calibres bem mais moderados para atingir Dilma. Para explicar essa mudança, indico dois fatores: a mudança de atitude do governo com relação à mídia e o fortalecimento de um discurso que separa Lula de Dilma visando as próximas eleições presidenciais. Vou explicar melhor. Quando assumiu em 2002, Lula enfrentou muitas críticas da mídia, chorou no velório do Roberto Marinho, ficou todo amiguinho da Globo, mas não adiantou. A mídia posicionou-se contra seu governo do início ao fim e ele, partiu para o ataque, criticou a mídia em quase todas as suas aparições públicas. Dilma, no entanto, ao vencer as eleições deu sua primeira entrevista à Record e não à Globo e, perguntada sobre sua posição em relação às críticas da mídia, respondeu preferir o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras - da qual foi vítima. Enquanto Lula criticava qualquer denúncia da mídia, Dilma dá ouvidos a elas e demite quem está no centro dos escândalos. Por outro lado, a mídia tem moldado suas críticas à necessidade de preparar as eleições de 2014. Dilma é, potencialmente, uma candidata mais fraca que Lula. A intenção da mídia é: desvincular a imagem do Lula a de Dilma, mostrando um rompimento do governo dela ao de seu antecessor e indicando que o governo atual é melhor. Por quê isso? Para enfraquecer a candidatura de Lula e levar o PT a indicar Dilma para o próximo pleito. Como candidata mais fraca, os "candidatos da mídia" terão mais chance de vitória, podendo levar a uma derrota do PT. Ué, mas a mídia tem candidato? Lógico que sim. Embora se diga neutra, a mídia brasileira sempre fez campanha - vide o tempo gasto no Jornal Nacional com o caso da perigosa bolinha que atingiu a careca do Serra nas vésperas da eleição passada.
É esperar para ver como o governo Dilma vai sustentar sua relação com os aliados e com a mídia até o final de seu governo o qual, não é demais lembrar, está só começando...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Fim de trimestre

Pessoal, estamos chegando ao final do 1º trimestre.

Quem ainda está com algum trabalho pendente, lembro que fizemos dois trabalhos: um trabalho dos mapas e o trabalho sobre teóricos do Absolutismo. É só clicar sobre os nomes que serão direcionados aos trabalhos. Lembro que a próxima quarta-feira é a última do trimestre; então, quem não entregar e apresentar os trabalhos na
próxima aula ficará sem nota. Qualquer dúvida, podem deixar um comentário aqui no blog que responderei.

Na turma 23B, foi questionado sobre as
monarquias que ainda existem hoje. Dêem uma olhada nessa postagem aqui.

Abaixo, o material sobre o Absolutismo que passei na aula de ontem:

ABSOLUTISMO

Foi o sistema político característico da
dos países da Europa Ocidental na Idade Moderna no qual o poder estava centrado nas mãos do soberano.

Fatores que favoreceram o fortalecimento do poder real:
  • Cruzadas e Guerras de Reconquista
  • Renascimento comercial e urbano
  • surgimento da BURGUESIA
  • Reforma Protestante
  • expansão marítima e comercial
  • política mercantilista e colonialismo
  • luta entre as camadas sociais

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Trabalho com os mapas







Para quem ainda não entregou o primeiro trabalho, posto aqui os mapas para responder às questões abaixo:

Analisando os mapas acima que correspondem ao período da História Medieval (século VI) e ao início da História Moderna (século XVI), responda as questões abaixo:
1. Cite três diferenças na distribuição dos territórios entre os dois mapas.
2. O que ocorria no século VI na Europa que ocasionou tal divisão dos reinos?
3. Quais reinos aparecem no século XVI e que não constavam no outro mapa? Quais os fatores que ocasionaram tais mudanças?
4. Escolha um reino do mapa referente ao século XVI e comente como deu-se a sua formação.



Para responder as questões, podem pesquisar na Internet ou buscar apoio no material que distribuí em aula chamado "Informe Real" (vejam com os outros colegas) e, também o texto sobre burguesia que está postado aqui: http://historiandonovestibular.blogspot.com/2011/05/burguesia.html


O trabalho deve ser entregue na próxima aula. Qualquer dúvida, podem postar aqui no blog que respondo.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Teóricos do Absolutismo

Vamos começar a estudar o ABSOLUTISMO e, para isso, vamos perceber quais as teorias que sustentaram esse tipo de regime político onde o rei centralizou em suas mãos todo o poder, governando de modo absoluto.
As teorias para justificar essa concepção política são variadas e vamos pesquisar o que cada pensador usava em sua teoria.


A intenção do trabalho é a seguinte: cada grupo pesquisará sobre um teórico e, na próxima aula, apresentará aos demais colegas o resultado de sua pesquisa. A apresentação poderá ser tradicional ou mais dinâmica... mais criativa. Seguem algumas sugestões:

- uma paródia
- uma história em quadrinhos
- um cartaz
- um vídeo
- um telejornal.


O trabalho deverá ser entregue por escrito com as respostas das questões abaixo e apresentado. O trabalho escrito e a apresentação valem nota para o trimestre.


Abaixo, sugestões de sites sobre cada teórico (são apenas sugestões; a pesquisa pode ser feita, também, em outras páginas da Internet):


Nicolau Maquiavel:

http://pt.shvoong.com/law-and-politics/1183504-nicolau-maquiavel/

http://www.mundoeducacao.com.br/historiageral/nicolau-maquiavel.htm

http://www.10emtudo.com.br/artigos_1.asp?CodigoArtigo=39


Thomas Hobbes:

http://www.arqnet.pt/portal/teoria/hobbes.html

http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_46172.html

http://pt.shvoong.com/humanities/philosophy/1765556-id%C3%A9ia-hobbes-leviat%C3%A3/


Jean Bodin:

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/absolutismo/teoricos-do-absolutismo-frances.php

http://monitoriacienciapolitica.blogspot.com/2009/03/jean-bodin-politica-e-soberania-1530.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Bodin


Jacques Bossuet:

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/absolutismo/teoricos-do-absolutismo-frances.php

http://felitao.blogspot.com/2009/10/absolutismo-e-o-direito-divino.html

http://www.colband.com.br/ativ/nete/cida/linh/linha2003/2bim/2h2/textol.htm


Hugo Grotius:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Gr%C3%B3cio

http://www.cieep.org.br/home.php?page=biografias&codigo=6&periodo=S%C3%A9culo%20XVII

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://pastranec.net/historia/moderna/xviabsol.htm&ei=FErHTYm6NMihtweuyt2pBA&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=7&ved=0CDMQ7gEwBg&prev=/search%3Fq%3Dhugo%2Bgrocio%2Bpensadores%2Bdo%2Babsolutismo%26hl%3Dpt-BR%26biw%3D1003%26bih%3D599%26prmd%3Divnso


Após a leitura dos textos, respondam as seguintes questões:
1. Fale um pouco sobre o teórico que pesquisaste. (5 a 10 linhas)
2. Que argumentos esse teórico utiliza para justificar o poder absoluto do rei? (mínimo 10 linhas)
3. Vocês acham que essas teorias tem alguma possibilidade de serem usadas hoje em dia? Por quê? (mínimo 5 linhas)

Tema

Conforme havia solicitado na última aula, peço que postem um comentário (com nome e turma) citando o nome de uma MÚSICA (e quem canta) que conteste o poder ou a ordem estabelecida. Enfim, uma música que questione nossa sociedade, a política ou o mau uso do poder.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Viagens Chinesas em 1421

Os portugueses e espanhois não foram os primeiros a se aventurar por mares nunca antes navegados. Sabemos que os chineses já haviam empreendido grandes viagens no início do século XV. O link abaixo traz uma série de valiosas informações a respeito:

http://oglobo.globo.com/servicos/pop_infografico.asp?p=/mundo/info/china/default.swf&l=730&a=564

Acessem e confiram os mapas, provas, trajetos e dados desses primeiros "descobridores".

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Preconceito


Conversamos um pouco na aula dessa semana sobre o porquê não estudamos ou estudamos tão pouco da História da África. Alguns podem achar que racismo é algo que não existe mais no Brasil. Bom, basta ver a entrevista do Jair Bolsonaro ao CQC para perceber o quanto nosso país ainda é racista. E a foto ao lado mostra uma pixação no muro bem perto do Campus Central da UFRGS quando inicou-se o sistema de cotas na universidade pública, isso em 2007/2008 (a pixação diz o seguinte: "Negro só se for na cozinha do RU. Cotas não").


Bom, a provocação é a seguinte: somos conscientes do racismo hoje ou só que sofreu preconceito o percebe?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Monarquias atuais




Estamos conversando nas aulas sobre a formação do Estado moderno, quando as monarquias ganharam força na Europa. Pois muitas delas permanecem, como é o caso da Inglaterra, tanto que um dos assuntos mais badalados dessa semana é o casamento do príncipe Willian com a Kate. As monarquias atuais, em sua maioria, são governadas no regime de monarquias constitucionais - pois o poder do rei é limitado pela Constituição e pela fiscalização do Parlamento.



Bom, dê uma olhada nas fotos das monarquias atuais e comente qual você achou mais interessante e por quê.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Precisamos de herois?


Dia 21 de abril é dia de Tiradentes. Para quem não lembra quem é ele, Tiradentes foi o líder da Inconfidência Mineira e considerado mártir da independência. Para tanto, construiu-se a figura de um mito transformando-o em heroi da nação - Tiradentes é o único personagem histórico que mereceu um feriado nacional.


A questão é a seguinte: por que uma nação precisa ter herois?
Aguardo comentários...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Jogos Históricos

A Internet nos mostra que é possível aprender História jogando. Pois é, esse site tem vários jogos muito legais sobre os diversos períodos históricos e com oportunidades valiosas de aprendizado.


Vale a pena dar uma olhada e jogar, claro: http://www.gameshistoricos.com/


Comentem aí o que vocês acharam e qual jogo curtiram mais!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Apresentação

Esse blog surgiu com o objetivo de trazer uma pequena contribuição às aulas de História do estágio, mas tem a intenção, também, de difundir conhecimentos importantes na área de História. Para entender a nossa sociedade atual é necessário conhecer o passado e dele se apropriar. Enfim, historiar o presente é também entender nosso passado e é essa a função desse blog.
Sugestões, elogios e críticas serão sempre bem-vindos!